Os Suprimidos: Super-heróis improváveis
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Imagine se aquelas histórias de super-heróis que sempre acontecem nos EUA, Europa, etc., acontecessem no Brasil? Kodé Kerr imagina uma sociedade brasileira atual, povoada por super-heróis improváveis, que ganham seus poderes das maneiras menos convencionais possíveis. Os personagens têm poderes e personalidades bem definidas e cativantes, tanto individualmente quanto em grupo, ressaltando aspectos da cultura brasileira em diferentes regiões. O trabalho de pesquisa é excepcional, primeiro em relação aos acontecimentos e lugares históricos, em seguida, quanto ao folclore e o sincretismo brasileiro. Diálogos inteligentes nos prendem à história, deixando uma vontade de saber mais sobre esse mundo. Kodé Kerr resgata a tradição de ficção científica/realismo fantástico carioca e ousa sonhar com uma realidade, onde as minorias têm representatividade no governo, a justiça prevalece independentemente da classe social e muitas outras questões que continuam a fazer parte da vida moderna. Um texto fácil, com muitas referências e descrições dos ambientes. Pode facilmente virar uma série de TV ou de filme. Uma aventura no estilo montanha-russa do começo ao fim, mas com lances de romance e espionagem. Os Suprimidos: Super-heróis improváveis é a estreia do meu irmão na ficção. Dá-lhe, Kodé!
Daniel Pires

Muita ação, tanta que não se consegue interromper a leitura, porque ela flui em ritmo alucinante, a ponto de ficar difícil definir que tipo de livro – Os Suprimidos – é este, qual sua classe, escrito com que técnicas literárias – ou, quem sabe, a narrativa seja propositalmente assim mesmo, se deslocando na velocidade jovem deste século e mesclando diversas artes que influenciaram Kodé Kerr, a começar pela avalanche de músicas ouvidas e cantadas o tempo todo nas casas, matas e mares, por onde o autor andou e ainda anda, vendo personagens em luta árdua para sobreviver a incontáveis golpes, rótulos e conceitos, usando seus próprios poderes, por mais que eles não pareçam grandes, sem esperar a interferência de um amigo Super, talvez pedido nas preces – sim, pelo surgimento de um deles, improvável ser humano transfigurado, escolhido, não se sabe como, nem por que – como acontece nas grandes obras de ficção científica, ou de realismo fantástico, sucessores de eternos contos de fadas mitológicos e em alguns telesseriados, todos com fatos inusitados, tranquilamente aceitos devido ao modo com que o autor, conhecido ou não, os descreve, paralelamente, ou em meio a coisas reconhecidas como reais, que ocorrem no dia a dia dos mortais leitores/espectadores, que não têm tempo, nem estrutura, para perceber como esse universo suprarreal interfere em suas próprias ações, mesmo nas absurdamente mais comuns e naturais, como se apegar tanto a um celular – vi hoje um lutador ser desclassificado, porque se esqueceu de tirar do quimono seu Smartphone, que caiu na lona, à vista de todos – e ser nocauteado, como ocorre com os adversários dos heróis tão bem descritos por Kodé.
Paulo Fatal (Silva),
tio de Kodé Kerr

Este livro é dedicado ao meu filho, Ravi Veras Kerr, que me deu a honra de ter sido o escolhido como veículo para sua reencarnação. Ao meu irmão Daniel Pires, meu professor, parceiro de trabalho e amigo, que assina o texto da contracapa e seus filhos Gabriel e Maya, meus sobrinhos queridos. Ao meu Tio Paulo, o Paulo Fatal, psiquiatra, poeta e escritor, mestre, que me deu a honra de ter um texto seu na orelha. Dedico também à minha companheira de caminhada, Iasmin Pereira, que me curou com seu amor e a Noah e Flor, meus enteados amados.

Em memória de minha mãe, Leila Oli, que entre tantas coisas me ensinou a ter gosto pela leitura, a dançar, cantar, ver a beleza em todas as coisas e a não levar nada muito a sério. Em memória de meu pai, Carlos Kerr. Com ele aprendi muito sobre a paciência e a ter um olhar poético sobre a vida. Em memória de meu avô, Sebastião de Oliveira, que me levava para “caçar” insetos. Dele vem meu orgulho da descendência africana e muito da inspiração para este livro. Em memória de minha avó Dida, era assim que ela gostava de ser chamada, pelo apelido. Dona Leda era puro carinho e emoção. Contadora de histórias nata. Sempre teve as portas abertas para os amigos. Gostava de ter os jovens por perto.

Agradeço imensamente à supereditora, poeta e livreira, Thereza Christina Rocque da Motta, por todo o apoio e dedicação depositados neste trabalho, por topar editar um livro de um amador nesta área e por me fazer acreditar que tenho algum talento para a coisa. Agradeço aos Orixás e aos meus Guias Protetores, que, com certeza, me inspiram e protegem todos os dias. Saravá!

Kodé Kerr, Carlos André de Oliveira Kerr, carioca, nasceu no Rio de Janeiro, em 2/08/1980, numa mistura de africanos e escoceses. Baterista e compositor. Idealizador do projeto musical “Campodiforça”. Sempre teve orgulho da descendência africana mais presente em sua vida através de seu avô materno Sebastião José de Oliveira, integrante ativo do movimento negro no Brasil. Sempre sentiu falta de super-heróis negros nas histórias. A fim de preencher essa lacuna, escreveu o primeiro capítulo deste livro “Super Negro” ainda pensando que o livro seria apenas sobre o super-herói negro. O texto ficou guardado por três anos. Relendo o que tinha escrito, pensou que existem várias outras formas de preconceito além do preconceito racial, como os de gênero, origem geográfica e sexismo. Daí nasceu seu primeiro livro "Os Suprimidos: Super-heróis improváveis".

OS SUPRIMIDOS: SUPER-HERÓIS IMPROVÁVEIS
ISBN 978-85-7823-320-4
176 p.
16x23cm
brochura