O amor é um tempo selvagem
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O AMOR É UM TEMPO SELVAGEM
Para Celina Portocarrero

O amor é um tempo selvagem,
que vive à margem de tudo,
e envolve os seres enquanto dormem.

Quando pensamos ter encontrado o amor,
torna-se nossa única verdade,
que, dia e noite, nos acalenta,
mesmo contrário a todas as coisas.

Nem os olhos percebem quando passa,
por ser permanente e efêmero.

Não está onde pensamos tê-lo.

Mas está acima de todas as coisas
– tangível e belo –
como tudo que pensamos verdadeiro.

Copacabana, 18/07/2010 – 14h50

Sua poesia me surpreendeu. Descobri o Joio & trigo em uma livraria e, ao ler os poemas, só encontrei o trigo.
Mauro Salles

És uma abelha-guerreira, que guarda o mel, o sol, a lua, a terra, o trigo em teus potes de pirlimpimpim.
Ernani Maurício Fernandes

Alba lembra aquelas auroras boreais que duram a eternidade inteira e têm o brilho fugaz da vida.
José Nêumanne Pinto

Saiba, Thereza, que suas linhas ainda trabalham, mesmo e principalmente, depois da leitura.
Marco Lucchesi

Sua poesia tem, na serenidade e na simetria que a regulam, a dose certa da loucura humana e a exata medida da paixão divina.
Luiz Carlos Lisboa

Claudio Willer, ha dicho de ti, en la presentación de tu Sabbath, que tu poesía “se move... enquanto permanece a mesma”, y esta comprobación me trajo el recuerdo del soneto de Mallarmé, “Le tombeau d’Edgar Poe”: “Tel qu’en Lui-même enfin l’étérnité le change...”
Manuel Graña Etcheverry

Thereza Christina Rocque da Motta, paulistana, nasceu em 1957, formou-se em Direito pela Universidade Mackenzie em 1981, é poeta, editora e tradutora. Publicou Joio & trigo (1982), Areal (1995), Alba (2001), Lilases (2003), Marco Polo e a Princesa Azul (2008), O mais puro amor de Abelardo e Heloísa (2009), Futebol e mais nada (2010), A vida dos livros (2010), Odysseus & O livro de Pandora (2012), Breve anunciação (teatro, 2013), As liras de Marília (2013), Capitu (novela, 2014), Folias (2014), Horizontes (2014), Lições de sábado (2015), Intemperanças (2016), Minha mão contém palavras que não escrevo (2017), em coautoria com Álvaro Alves de Faria e O amor é um tempo selvagem (2018). Entre seus livros inéditos estão Sheherazade (contos), Nefertiti e Guinevere (poesia). Traduziu A Cadeira da Sereia (Companhia das Letras, 2016), Marley & Eu, de John Grogan (Ediouro, 2006), Os diários secretos de Agatha Christie (Leya, 2010), A dança dos sonhos, de Michael Jackson (2011), 154 Sonetos (2009), de William Shakespeare, O Corvo, de Edgar Allan Poe (2013) e O Unicórnio e outros poemas, de Anne Morrow Lindbergh (2015), entre outros. É membro do Pen Clube do Brasil. Fundou a Ibis Libris em 2000.

ISBN 978-85-7823-085-2
16x23cm
brochura
146p.
R$ 40,00

Arte final: Sergio Pereira
Foto da capa: Fabio Giorgi