A TARDE DE UM FAUNO
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Les Mardis mallarméans, as Terças de Mallarmé, começaram em 1877, os encontros quinzenais em sua casa, que reunia artistas, escritores e músicos para uma troca de ideias informal. Num desses encontros, Mallarmé conheceu Debussy e lhe pediu que fizesse uma música para acompanhar a leitura de seu poema “A tarde de um fauno” (publicado, em 1876, com ilustrações de Édouard Manet, que também ilustrou a sua tradução de “O Corvo”, de Edgar Allan Poe). Debussy compôs o “Prelúdio à tarde de um fauno” (1894), a primeira parte da suíte que iria fazer, pois Mallarmé desistira de fazer a leitura acompanhada da música, temendo que esta chamasse mais atenção que o poema, mas foi a inspiração para esta peça que iria gerar a primeira coreografia moderna de Nijinsky, estreada em Paris, sob apupos e aplausos da plateia. O poema de Stéphane Mallarmé foi o primeiro poema modernista, que originou a primeira composição impressionista de Debussy e, consequentemente, o primeiro balé moderno, coreografado e interpretado por Nijinsky, em 1912. Tradução de Inês Cavalcanti.

Tradução de Inês Cavalcanti
ISBN 978-85-7823-083-8
Stéphane Mallarmé
40 p.
14x21cm
ilustrado
R$ 25,00